Os transtornos do humor, na CID-11 (OMS), incluem desde episódios depressivos leves até quadros bipolares que exigem acompanhamento psiquiátrico contínuo. No Espaço Terapêutico Maura Chiattone, em Brasília (Asa Norte), Auriculoterapia, Reiki, Florais de Bach, Cromoterapia e Moxaterapia são procurados como apoio complementar de bem-estar emocional — sempre como parte de um cuidado mais amplo, nunca como tratamento isolado para transtornos de humor.

Como a CID-11 classifica os transtornos do humor?
A CID-11 organiza os transtornos do humor em episódios depressivos (único ou recorrente, com gravidade leve, moderada ou grave), transtorno distímico (humor deprimido persistente e mais brando), transtorno misto de ansiedade e depressão, e transtornos bipolares tipo I e II, além do transtorno ciclotímico. Cada grau de gravidade pede uma resposta clínica diferente, sempre definida por profissional de saúde mental.
Episódio depressivo leve a moderado (6A70-6A71)
Nos quadros leves a moderados, Auriculoterapia, Reiki, Florais de Bach, Moxaterapia e Cromoterapia costumam ser procurados no Espaço Terapêutico Maura Chiattone como espaço de escuta, pausa e cuidado com o corpo. Essas práticas não substituem psicoterapia ou tratamento medicamentoso quando indicados — são pensadas para funcionar ao lado desse cuidado, nunca em seu lugar.
Transtorno distímico e humor persistentemente baixo (6A72)
Para quem convive com humor deprimido de longa duração, Moxaterapia, Reiki, Auriculoterapia e Florais de Bach são oferecidos como recurso de acolhimento e rotina de autocuidado, sempre reconhecendo que a distimia costuma se beneficiar de acompanhamento psicológico continuado.
Depressão grave, transtorno bipolar e mania — apenas suporte, sempre com psiquiatra
Em episódios depressivos graves, transtorno bipolar tipo I ou II e, especialmente, em episódios maníacos, as práticas do Espaço Terapêutico Maura Chiattone não são apresentadas como tratamento — nesses casos, o cuidado central é psiquiátrico, muitas vezes com necessidade de estabilização e acompanhamento próximo. Auriculoterapia e Reiki podem, em alguns casos e apenas com autorização e acompanhamento da equipe de saúde mental responsável, ser consideradas como suporte complementar de bem-estar, nunca como conduta isolada. Se você ou alguém próximo está em risco imediato, procure um serviço de emergência ou o Centro de Valorização da Vida (CVV, 188).
Perguntas frequentes sobre humor, depressão e terapias integrativas
Reiki ou Auriculoterapia tratam depressão?
Não. Nenhuma prática do Espaço Terapêutico Maura Chiattone é apresentada como tratamento para depressão. São recursos complementares de bem-estar, ao lado do acompanhamento psicológico ou psiquiátrico responsável pelo diagnóstico e tratamento.
Posso fazer terapias integrativas se já tomo antidepressivo?
Sim, desde que você informe seu tratamento e continue seguindo a orientação do seu médico. As práticas complementares não interferem no uso de medicação e não devem, em hipótese alguma, motivar a interrupção de um tratamento psiquiátrico por conta própria.
O que fazer em caso de crise ou risco de suicídio?
Procure imediatamente um serviço de emergência (SAMU 192) ou ligue para o CVV (188), disponível 24 horas. O Espaço Terapêutico Maura Chiattone não atende situações de crise ou urgência em saúde mental.
Como agendar em Brasília?
Pelo WhatsApp oficial do Espaço Terapêutico Maura Chiattone, na Asa Norte. A sessão multiterapêutica de referência custa a partir de R$ 200; o valor e as condições podem ser confirmados pelo WhatsApp (61) 98581-2057.
Conheça as práticas mais relacionadas ao cuidado emocional: Auriculoterapia, Reiki, Florais de Bach, Cromoterapia e Moxaterapia. Veja também Ansiedade e Terapias Integrativas. Este conteúdo é informativo, baseado na classificação CID-11 (OMS), e não substitui diagnóstico, tratamento ou acompanhamento psiquiátrico/psicológico. Para conhecer o atendimento particular em Brasília, converse com Maura pelo WhatsApp oficial.
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Leituras complementares
Importante: este conteúdo é informativo e de apoio complementar; não substitui acompanhamento médico ou psicológico. Em situações de crise ou risco, procure atendimento de urgência (SAMU 192) ou ligue para o CVV (188).


