Dor crônica é a dor que persiste além do tempo esperado de cicatrização, geralmente por mais de três meses, e a CID-11 (Classificação Internacional de Doenças da OMS) organiza suas variações sob o código MG30. No Espaço Terapêutico Maura Chiattone, em Brasília (Asa Norte), pessoas com dor crônica procuram Auriculoterapia, Reiki, Ventosaterapia, Moxaterapia e Acupuntura como recursos complementares de bem-estar, sempre ao lado — nunca no lugar — do acompanhamento médico.

O que a CID-11 considera dor crônica?
A CID-11 classifica a dor crônica (código-tronco MG30) em subtipos conforme origem e mecanismo: dor crônica primária (quando a própria dor é a condição central, como na fibromialgia), dor secundária a outra doença (musculoesquelética, visceral, oncológica), dor pós-traumática ou pós-cirúrgica, dor neuropática (por lesão do sistema nervoso) e cefaleia ou dor orofacial crônica. Essa classificação ajuda profissionais de saúde a comunicar com precisão o quadro de cada pessoa — não é, e não deve ser, usada como base para autodiagnóstico.
Dor crônica primária e fibromialgia (MG30.0, MG30.01)
A dor crônica primária generalizada, que inclui o quadro de fibromialgia, é uma das condições com maior procura por terapias complementares no Espaço Terapêutico Maura Chiattone. Auriculoterapia, Reiki, Ventosaterapia (com toque mais suave) e Moxaterapia são apresentadas como recursos de relaxamento e percepção corporal que podem compor a rotina de cuidado, sempre em conjunto com acompanhamento médico ou reumatológico — a fibromialgia exige diagnóstico e manejo profissional, e as práticas do Espaço não substituem esse cuidado.
Dor musculoesquelética crônica (MG30.3, MG30.04)
Dores musculoesqueléticas persistentes — por inflamação, alteração estrutural ou origem neurológica — costumam levar pessoas a buscar Ventosaterapia, Moxaterapia, Auriculoterapia e Acupuntura Sistêmica no Espaço Terapêutico Maura Chiattone. A proposta é de relaxamento muscular e pausa consciente; qualquer dor estrutural ou persistente deve ter avaliação ortopédica ou fisioterapêutica prévia, e as práticas complementares são construídas em cima desse cuidado, não no lugar dele.
Dor pós-traumática, pós-cirúrgica e membro fantasma (MG30.2)
Após cirurgias, traumas ou em casos de dor de membro fantasma, algumas pessoas procuram Auriculoterapia, Ventosaterapia, Reiki e Moxaterapia como apoio complementar de relaxamento durante a recuperação. Maura sempre pergunta sobre o histórico cirúrgico recente e eventuais restrições médicas antes de qualquer sessão, e recomenda manter o acompanhamento do cirurgião ou fisioterapeuta responsável.
Dor neuropática (MG30.5)
A dor neuropática, causada por alteração no próprio sistema nervoso (periférico, central ou autônomo), é um quadro complexo que exige diagnóstico neurológico. Auriculoterapia, Reiki, Ventosaterapia e Moxaterapia podem ser consideradas como recurso complementar de bem-estar para quem já está em acompanhamento de saúde, nunca como abordagem isolada ou substituta de tratamento neurológico.
Cefaleia e dor orofacial crônica (MG30.6)
Dores de cabeça e orofaciais recorrentes (incluindo tensão na ATM) levam muitas pessoas a considerar Auriculoterapia (com pontos específicos), Reiki, Aromaterapia e Ventosaterapia cervical. Cefaleias novas, muito intensas, ou que mudam de padrão merecem avaliação médica antes de qualquer prática complementar — a proposta do Espaço é de relaxamento e cuidado, não de diagnóstico de cefaleia.
Dor relacionada ao câncer (MG30.1) — apenas suporte, sempre com oncologista
Em dor crônica relacionada a câncer, Reiki, Auriculoterapia e Aromaterapia podem ser oferecidos exclusivamente como suporte de conforto e bem-estar emocional, sempre em paralelo ao tratamento oncológico ativo e com conhecimento da equipe médica responsável. O Espaço Terapêutico Maura Chiattone não apresenta essas práticas como tratamento do câncer ou de suas causas, apenas como cuidado complementar de bem-estar durante o processo.
Perguntas frequentes sobre dor crônica e terapias integrativas
Terapias integrativas curam dor crônica?
Não. Nenhuma prática oferecida no Espaço Terapêutico Maura Chiattone promete cura para dor crônica. São apresentadas como recursos complementares de relaxamento e autocuidado, ao lado do acompanhamento médico responsável pelo diagnóstico e tratamento da causa da dor.
Quais terapias são mais procuradas para fibromialgia em Brasília?
No Espaço Terapêutico Maura Chiattone, as práticas mais procuradas para o contexto de fibromialgia são Auriculoterapia, Reiki, Ventosaterapia (toque suave) e Moxaterapia, sempre combinadas com o acompanhamento reumatológico da pessoa.
Preciso de laudo médico para fazer as sessões?
Não é exigido laudo para a sessão informativa, mas Maura sempre pergunta sobre diagnósticos, cirurgias recentes e tratamentos em curso antes de qualquer prática, para adaptar a sessão com segurança.
Quanto custa e como agendar?
A sessão multiterapêutica de referência custa R$ 200, sujeita a confirmação prévia. O agendamento é feito pelo WhatsApp oficial do Espaço Terapêutico Maura Chiattone, na Asa Norte, Brasília.
Conheça as práticas do catálogo que mais se relacionam com o cuidado da dor crônica: Auriculoterapia, Reiki, Ventosaterapia, Moxaterapia, Acupuntura Sistêmica e Acupuntura Distal. Este conteúdo é informativo, baseado na classificação CID-11 (OMS), e não substitui diagnóstico, tratamento ou acompanhamento médico. Para conhecer o atendimento particular em Brasília, na Asa Norte, converse com Maura pelo WhatsApp oficial.
Aprofunde-se por subtipo (CID-11)
Cada subtipo de dor crônica tem uma página própria, com terapias específicas e cuidados detalhados:
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Leituras complementares
Importante: este conteúdo é informativo e de apoio complementar; não substitui acompanhamento médico ou psicológico. Em situações de crise ou risco, procure atendimento de urgência (SAMU 192) ou ligue para o CVV (188).



